🎯 Premissa
The Relic: The First Guardian é um jogo de fantasia em que estamos em um mundo que foi destruído depois que uma relíquia muito importante foi perdida. Nosso papel é explorar esse mundo, enfrentar criaturas e descobrir o que aconteceu para tentar recuperar o que foi perdido.
Durante a jornada, encontramos vários personagens e conhecemos um pouco das histórias que ficaram para trás. Aos poucos, vamos entendendo melhor o que aconteceu com esse mundo e por que ele chegou a esse estado. Para isso, contamos com armas e habilidades mágicas, enfrentando diferentes inimigos enquanto tentamos descobrir nosso destino.
A ideia do jogo é interessante, porque existe todo um mistério por trás da história. O problema é que, pelo menos na minha experiência, a forma como tudo isso foi colocado em prática acabou me desanimando.
🎮 Gameplay
A gameplay é relativamente simples. Você pode atacar, defender, usar o dash para desviar dos golpes, travar a mira nos inimigos, coletar itens e ajudar NPCs durante a jornada.
Apesar de o mundo parecer vasto à primeira vista, a exploração acaba sendo bastante linear. Você segue por caminhos que lembram corredores, com poucas coisas acontecendo na tela e pouca sensação de liberdade. Outro problema está no combate. A movimentação do personagem parece travada, a câmera fica desorientada em alguns momentos e falta aquela fluidez que faz você sentir que tem controle sobre o que está fazendo. Sinceramente, achei a jogabilidade ruim.
Os inimigos também não ajudam muito. Logo no início, você já encontra adversários repetitivos, e essa falta de variedade acaba deixando os combates cansativos.
Eu esperava encontrar algo mais próximo de um Soulslike, com batalhas desafiadoras e aquela vontade de continuar jogando para descobrir o que vem pela
frente. Mas não senti isso durante minha experiência. Em vez de ficar curioso para avançar, fui perdendo a vontade de continuar.
🎨 Gráficos e Desempenho
Visualmente, o jogo apresenta gráficos simples, e as animações limitadas acabam reforçando essa impressão.
No começo, percebi algumas quedas de FPS, mas depois o desempenho pareceu ficar mais estável, em torno de 30 FPS.
Apesar desses problemas, o port para o Nintendo Switch 2 é bom. Na minha experiência, o que realmente prejudica o jogo não é a adaptação para o console, mas sim os problemas que ele apresenta por si só, principalmente na movimentação, na câmera e na jogabilidade. São questões que acabam comprometendo a experiência e que precisam ser corrigidas.







✅ Conclusão
Sinceramente, The Relic: The First Guardian me decepcionou. A história pode até ter potencial, mas a execução não me convenceu. A exploração é linear, os inimigos são repetitivos e a jogabilidade não passa aquela sensação de fluidez que eu espero de um jogo desse estilo.
Em vários momentos, tive a impressão de estar jogando uma versão ainda em desenvolvimento, como se faltassem ajustes importantes antes de o jogo estar realmente pronto.
É uma pena, porque a proposta tinha potencial, mas faltou aquele cuidado para transformar a ideia em uma experiência divertida. No fim, não senti vontade de continuar até o final, e isso diz muito sobre o que achei do jogo.
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