
GOD OF WAR
Minha saga pelos jogos e consoles retrôs segue adiante com muita empolgação. Acaba de chegar na minha coleção um PS2 Slim em perfeito estado de conservação sem marcas na carcaça e uma coleção de jogos que eu consegui na Will Games, a maior loja de jogos do Litoral do RS.
Entre os jogos estão: GOW, GOW 2, DEVIL MAY CRY 3, PRINCE OF PERSIA THE TWO TRONES, entre outros clássicos como MIDNIGHT CLUB 3.
E o primeiro jogo escolhido parao reviver esse console maravilhoso foi God of War!
Então vamos para mais uma Review Retrô.
PREMISSA
Kratos é um general espartano, conhecido por sua brutalidade e por nunca ter sido derrotado em batalha. Porém, durante uma guerra contra um enorme exército bárbaro, ele percebe que está prestes a morrer.
Desesperado, Kratos faz um pacto com Ares, o Deus da Guerra: Ele oferece sua vida e sua servidão em troca da vitória. Ares aceita. Kratos passa a usar as Lâminas do Caos, duas lâminas presas aos seus braços por correntes, e ganha força suficiente para massacrar seus inimigos. O problema é que Ares começa a transformar Kratos em uma máquina de guerra cada vez mais cruel. Em determinado momento, Ares manipula Kratos para que ele ataque uma aldeia.
Kratos entra em um templo e massacra todos que estão dentro. Só depois percebe que entre as vítimas estavam sua própria esposa, Lysandra, e sua filha, Calliope. As cinzas delas acabam ficando presas à pele dele, deixando seu corpo permanentemente branco.
É daí que vem o famoso apelido: Ghost of Sparta (Fantasma de Esparta).
Kratos passa a ser atormentado pelas lembranças do que fez e pelos pesadelos de sua família.
Depois de abandonar o serviço de Ares, Kratos passa anos servindo aos outros deuses do Olimpo, realizando missões em troca da promessa de que eles poderiam livrá-lo de seus pesadelos.
Finalmente, Atena oferece a ele uma chance: matar Ares. Kratos aceita a missão e parte em busca da única coisa capaz de permitir que um mortal derrote um deus: A Caixa de Pandora
GAMEPLAY
A gameplay do primeiro jogo da saga de Kratos é um primor tanto em mecânicas como em qualidade. Os combos de ataque utilizando as lâminas do Caos varia entre O, L1+O, ☐, e △.
Esses combos variam também de acordo com a evolução das armas.
Ao apertar o botão de pausa o game abre um menu de aprimoramento dos itens que kratos tem a sua disposição, sejam os poderes dos deuses que ele adquire conforme a jogatina ou suas armas.
Kratos usa principalmente as Lâminas do Caos, que são suas armas principais e foram dadas por Ares. Ele também consegue a Espada de Artemis, uma espada enorme e pesada que causa grande dano físico e a Lâmina de Atena, que substitui as Lâminas do Caos como sua arma principal na reta final do jogo.
Entre os poderes, Kratos recebe a Fúria de Zeus, que permite lançar raios elétricos, a Fúria de Poseidon, que libera uma poderosa descarga de energia ao redor de Kratos, atingindo vários inimigos simultaneamente.
Kratos consegue ainda o poder da Medusa. Depois de derrotá-la, utiliza sua cabeça para lançar o Olhar da Medusa, capaz de transformar inimigos em pedra e também consegue o poder de Hades, chamado Exército de Hades, que permite invocar almas dos mortos para atacar os inimigos.
Todos esses itens podem ser upados nesse menu aumentando ainda mais o dano físico e os poderes mágicos dos deuses.
Ou seja, a gameplay fica extremamente variada, a cada nível que você upa uma arma ou poder eles ganham novas sequências de botões para apertar, aumento de dano em área e etc.
DIREÇÃO DE ARTE
O que fizeram em God of War no Playstation 2 é digno de louvação. Falo isso sem sombra de dúvidas
Incrivelmente o jogo é extremamente moderno em questão de direção de arte, draw distance, modelagem de cenários, modelagem de personagens, cutscenes e composição.





Todo o cenário e as escolhas de câmera deixam o jogo com esse ar de grandiosidade técnica. Reflexos, sangue, pinturas nas paredes, estátuas. Tudo é escalado com muito detalhe mesmo para aquela época.
As cores, o cenário, a composição, tudo faz esse jogo parecer extremamente atual.
TRILHA SONORA
Eu resumiria dizendo que é uma OPERA CLÁSSICA com uma inspiração fortíssima no ÉPICO GREGO.
A atmosfera MITOLÓGICA é latente desde o início e não enjoa, cada área do game tem sua trilha sonora específica, enquanto os combates puxam uma mesma trilha para dar um tom épico e agressivo ao sangue que está jorrando na tela.
CONCLUSÃO
God of War pode ser frustrante? Sim, tem alguns puzzles e desafios que foram desenvolvidos pelo capeta. Mesmo assim esse jogo transpira modernidade para época que foi lançado, é frenético e propositalmente roteirizado ao extremo, amarrando todas as pontas em uma narrativa pesada que carrega a gameplay adiante.
Vale cada minuto do seu tempo.
Quer um nota? 10/10.
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Fã de Star Wars, marido e pai. Roteirista e Content manager do Patobah


