Stranger Than Heaven é pancadaria da boa com uma ambientação charmosa. O estúdio Ryu Ga Gotoku conseguiu criar um mundo incrível de se explorar e que com certeza vai agradar novatos e veteranos.
Franquias como Ryu Ga Gotoku (Yakuza anteriormente no ocidente) sempre despertaram minha curiosidade, embora nunca tivesse jogado nenhum desses jogos. A SEGA convidou nós do Patobah e, com muito carinho e respeito aos fãs, eu pude testar o jogo na BGS 2026.
50 anos passam voando…
O jogador acompanha a vida e a obra de Makoto Daito, um órfão nipo-americano que escapa de São Francisco em um navio clandestino de volta para o Japão. Você então acompanhará cinco épocas distintas, cheias de nuances e uma ambientação INCRÍVEL. A primeira coisa que eu observei na demo que joguei foi o carinho imenso da SEGA com as épocas do jogo e o desenvolvimento do personagem.
PORRADA!
O combate é bem objetivo. Itens consumíveis devem ser selecionados e consumidos no botão direcional. A vida tem um medidor circular junto com a estamina de Makoto. Suas ações e ataques consomem essa barra e, caso receba dano, sua vida diminui. O pulo do gato? Gerenciar tudo e saber a hora certa de esquivar e atacar.
O jogo é promissor com seus sistemas. Os inimigos são agressivos e a mecânica de se defender mesmo caído gerou momentos de tensão e também de estratégia. É OBRIGATÓRIO saber o momento de se esquivar, defender e contra-atacar seus oponentes. Na demo, temos três modos que vão de combate iniciante a avançado com armas brancas. Achei interessante as abordagens e possibilidades e senti vontade de jogar mais do que poderia.
Prequel promissora
Stranger Than Heaven tem bons gráficos, ótima ambientação e um combate afiado. Literalmente. Criando uma narrativa diferente e envolvente, com mecânicas consolidadas, mas extremamente divertidas, a nova obra dos estúdios Ryu Ga Gotoku promete conquistar seu espaço quando chegar em 15 de janeiro de 2027.

Crítico do patobah.com.br e apresentador do Patotícias no Youtube: @PatobahOficial