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AION 2: entenda a história e o que aconteceu com Atreia

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Quem jogou o primeiro AION provavelmente lembra da guerra entre Elyos, Asmodians e Balaur, além de toda a confusão envolvendo a Torre de Aion. Em AION 2, essa história está longe de ter terminado. Na verdade, o novo jogo pula nada menos que 200 anos no futuro e encontra um mundo que praticamente foi colocado abaixo.

A grande virada aconteceu com a queda da Torre de Aion. O acontecimento destruiu a barreira que separava diferentes partes de Atreia e abriu novamente o caminho para os Balaur. O resultado foi uma nova invasão e uma destruição em escala gigantesca.

E não foi simplesmente mais uma batalha entre facções. A queda da Torre mudou completamente o equilíbrio de poder em Atreia e deixou tanto Elyos quanto Asmodians tentando sobreviver ao que veio depois.

A queda da Torre mudou tudo

A Torre de Aion sempre foi uma peça central da história desse universo. Quando ela caiu, Atreia perdeu uma de suas principais proteções e a situação rapidamente saiu do controle.

Do lado dos Elyos, os Empyrean Lords usaram o que restava de seu poder para criar uma enorme barreira de luz e proteger Elysea. O sacrifício teve um preço alto. Siel desapareceu e outros Lords também perderam suas vidas ou praticamente todo o poder que possuíam.

Os Asmodians passaram por algo parecido. Israphel, que era o guardião da Torre, desapareceu, enquanto os cinco Empyrean Lords restantes sacrificaram seu próprio poder para criar uma barreira capaz de proteger Asmodae.

Ou seja, os dois povos conseguiram sobreviver, mas não exatamente porque venceram alguma grande guerra. Eles sobreviveram porque seus próprios líderes praticamente se sacrificaram para manter suas terras de pé.

E os Balaur voltaram com tudo

Com as antigas proteções comprometidas, os Balaur encontraram o caminho aberto novamente.

Entre as figuras mais perigosas estão os Dragon Lords Ishtar e Fafnir, responsáveis por uma verdadeira devastação em Atreia. Poeta, por exemplo, foi consumida pelo fogo e pela destruição, enquanto milhares de pessoas morreram durante os ataques.

A situação chegou a um ponto em que até os próprios Daeva começaram a sofrer com a corrupção provocada por esse novo cenário.

É aqui que AION 2 começa a ficar interessante. A história não coloca simplesmente o jogador em mais uma guerra entre duas facções. O mundo já está quebrado quando nossa jornada começa.

Onde o jogador entra nessa história?

É nesse caos que aparece o nosso personagem. Em AION 2, o jogador assume o papel de um novo Daeva e precisa escolher entre Elyos e Asmodians. A escolha também define o ponto de partida da aventura, já que cada facção possui suas próprias regiões e perspectivas sobre tudo o que aconteceu.

E isso é importante porque não existe apenas uma versão dos acontecimentos.

Para os Elyos, a sobrevivência de Elysea representa a luta para preservar aquilo que restou de seu mundo. Para os Asmodians, a realidade é igualmente complicada, mas vista a partir de uma sociedade que também perdeu seus antigos protetores e precisou lutar para continuar existindo.

As duas facções continuam sendo inimigas, mas agora existe algo muito maior acontecendo por trás dessa rivalidade.

O velho conflito ainda está vivo!

Mesmo com toda a destruição, AION 2 não abandona uma das características mais conhecidas da franquia: o conflito entre Elyos e Asmodians.

A diferença é que agora os dois lados precisam conviver com uma ameaça que pode ser muito mais perigosa do que simplesmente perder uma guerra contra o outro.

Isso cria uma situação curiosa. Enquanto Elyos e Asmodians continuam se enfrentando, os Balaur e os Dragon Lords avançam sobre um mundo que já está enfraquecido.

É praticamente uma guerra dentro de outra guerra.

E essa parece ser uma das ideias mais importantes da história de AION 2: Atreia não está apenas dividida. Ela está tentando sobreviver depois de ter sido destruída.

200 anos depois, Atreia não é mais a mesma

O salto de 200 anos também permite que AION 2 conte uma história sem precisar simplesmente repetir os acontecimentos do primeiro jogo.

Os personagens, sociedades e conflitos mudaram. Muitos dos antigos líderes desapareceram e os sobreviventes precisam lidar com as consequências de decisões tomadas muito antes do nascimento do novo protagonista.

Por isso, mesmo quem não conhece profundamente o primeiro AION consegue entender a situação básica: a Torre caiu, as antigas proteções foram quebradas, os Balaur retornaram e Atreia está novamente ameaçada.

Para quem conhece a franquia, porém, existe uma camada extra de interesse em descobrir como esses acontecimentos transformaram aquele mundo que conhecíamos.

No fim das contas, AION 2 começa com uma pergunta bastante simples: o que fazer quando o mundo que você conhecia já não existe mais?

E é justamente nesse cenário destruído que começa a nova jornada dos Daeva.

A história oficial de AION 2 ainda está sendo expandida pela NCSOFT, então novos personagens, regiões e acontecimentos podem acrescentar outras peças a esse quebra-cabeça conforme o jogo recebe conteúdo.

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