Vampire Hunter: Nightrise é um FPS com exploração e elementos Roguelite.

Desenvolvido e distribuído pela Over The Moon, a quem agradecemos pela licença cedida para produzir este conteúdo. Muito obrigado!
Neste jogo você assume o papel de um Caçador de Vampiros. Em mais uma caçada, armado apenas com sua besta, seu crucifixo e sua fé, tudo parecia seguir como de costume. Porém, era tudo uma armadilha. Agora você se vê preso no castelo do Vampiro, precisando desvendar o caminho para eliminar seus lacaios, superar desafios e puzzles sem deixar sua fé se esvair e, por fim, dar um fim ao grande vilão.
O jogo mantém um clima constante de terror, fazendo um bom uso de iluminação e efeitos sonoros. Há diversos símbolos e personagens que remetem a figuras sombrias, como lobisomens, esqueletos e cultistas satânicos, o que ajuda bastante na ambientação.
O combate é básico. Você possui sua besta, que dispara um único tiro antes de precisar recarregar, mas faz isso em uma boa cadência. Já o crucifixo paralisa os inimigos à sua frente consumindo sua Fé, que funciona como a mana do jogo.

Os inimigos, na minha opinião, não representam um grande desafio individualmente, e achei todos relativamente fáceis de lidar durante minha jogatina. Mas não se engane: se você for encurralado por dois ou mais inimigos ao mesmo tempo e estiver sem Fé, as coisas mudam rapidamente. Eles podem causar muito dano ou até acabar com sua partida. É parecido com jogos de zumbi: sozinhos não assustam tanto, mas em grupo se tornam uma ameaça real.

Cada inimigo derrotado concede uma Alma. Também é possível obtê-las libertando almas presas em estátuas que lembram bastante uma inspiração nas estátuas de Baphomet. Essas almas servem para aumentar seu limite de Fé e desbloquear melhorias no estilo Roguelite. Não consegui listar todas, mas há diversos upgrades com efeitos bem interessantes.
Preciso dizer que um dos pontos que mais me agradou foram os puzzles. Nada no jogo é 100% explícito. Você pode entrar em uma sala, apertar algum mecanismo e descobrir algo que estava bem na sua frente o tempo todo, mas que simplesmente passou despercebido. Então, para quem é inimigo da famosa “tinta amarela” nos jogos, vai se sentir em casa.
No geral, é um jogo competente. Nada revolucionário, mas tudo está em uma boa medida, principalmente levando em consideração que foi desenvolvido por um estúdio indie (embora eu não saiba o tamanho da equipe). Ainda assim, entrega um produto de boa qualidade.
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André/SladeGx – Criador de Conteúdo desde 2017, Fã de Jogos de Heróis, RPG, Looter Shooter.
Opinião Polêmica: Gostei de Esquadrão Suicida Mata a Liga da Justiça e Marvel’s Avengers.
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