Rat Protocol é um jogo de quebra-cabeças desenvolvido pela eastasiasoft e pela Pufferfish Digital, sendo publicado pela primeira. O jogo foi lançado para Nintendo Switch no dia 24 de junho de 2026.

HISTÓRIA/PREMISSA
A história de Rat Protocol é dada por dois cientistas que estão conduzindo experimentos com um rato de laboratório. Os cientistas colocam o rato para atravessar salas cada vez mais desafiadoras, com novos elementos sendo adicionados gradativamente, testando a capacidade mental do ratinho. O roedor precisa encontrar uma forma de alcançar até 3 cartões de acesso que liberam a passagem para a próxima sala de teste.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
A jogabilidade de Rat Protocol é bem simples e fácil de pegar o ritmo. O rato pode andar nas quatro direções usuais de um jogo 2D e objetos que estejam ao seu caminho são empurrados por ele. Dessa forma, o quebra-cabeça das fases é desvendar onde deve-se empurrar os objetos e em qual ordem também. Uma coisa que me incomodou foi a ausência de um botão para retroceder a ação feita por último.

Como o rato somente empurra e não puxa os objetos, é até fácil causar um softlock nas fases por empurrar um objeto importante para uma parede e não conseguir mexer nesse objeto mais. Diversas vezes, tive que reiniciar completamente uma fase por ter empurrado demais um objeto e não ter como retroceder. Um fator que piora essa situação é como o jogo não é responsivo com a movimentação.
Algumas vezes, mesmo eu mexendo o analógico para outra direção, o rato continua na direção que estava em movimento, causando esses erros que impedem de concluir a fase. Em mecânicas de fase, o jogo apresenta uma boa variedade para o seu tamanho.

Caixas, baterias, lasers, ácidos, gelo, clones e até explosivos, a variedade e criatividade das 50 fases é muito boa. A forma como uniram esses diversos tipos de objetos e interativos para formar fases gradativamente mais complexas é surpreendente.
DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA
A direção de arte do jogo é bem básica. A trilha sonora é bem simples com apenas uma música que repete em loop e os designs dos personagens é em pixel art bem feita e bonita.

Os cenários foram bem produzidos também, mas o destaque pra mim são os objetos, com um design bem característico e fácil de identificar o que é, mesmo nas fases em que são introduzidos.

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Mestrando em Química Analítica e gamer desde sempre. Maior defensor da CD Projekt Red
