PIMBOLAS, desenvolvido pela Nano Knight Studio e publicado pela Nuntius Games, é a nova aposta para quem busca uma diversão rápida e com muito caos.
Com lançamento marcado para o dia 16 de julho, o título chega no momento perfeito, aproveitando todo o hype e o clima da Copa do Mundo. Entregando uma experiência extremamente polida e fluida, o jogo resgata a nostalgia e a diversão de jogar pebolim/totó na infância.

GAMEPLAY E MECÂNICAS
Pimbolas inicia com um tutorial simples, rápido e muito bem explicado, que te coloca rapidamente a par das mecânicas básicas necessárias para vencer uma partida. Um grande destaque do gameplay está na sua simplicidade. Com pouquíssimas mecânicas base, que se resumem a mover, pular, chutar, roletar e um superchute, o jogo consegue ser muito divertido. Essa estrutura minimalista nos controles resulta em uma jogabilidade redonda, feita de uma maneira que demora muito para enjoar.

A variedade é outro ponto que mantém o jogo sempre com novidades e que aumenta e muito a quantidade de horas de jogatina. Existe uma quantidade imensa de tipos de personagens e de bolas. E não se trata apenas de mudanças estéticas, jogar com uma bola de futebol americano, uma bola de tênis, um coco ou até mesmo um siri muda completamente a física e o comportamento do jogo. Para adicionar ainda mais variedade, os modificadores de arena alteram a dinâmica da partida, inserindo elementos imprevisíveis como um goleiro extra, um ventilador empurrando tudo ou traves enormes. Outro ponto interessante é a adição de conquistas ao jogo, algo que incentiva ainda mais os jogadores a buscar novas maneiras de jogar, alcançar novos objetivos e explorar o jogo.
MODOS DE JOGO E EXPLORAÇÃO
Pimbolas brilha em seu modo Arcade, que é bastante variado e lotado de inimigos e arenas diferentes, que vai de um barzinho até uma partida na lua. Cada arena apresenta três oponentes e funciona com um sistema de progressão em que o jogador possui 5 vidas por run. A inteligência artificial é inteligente e exige reflexos, mas nunca parece injusta, oferecendo o nível exato de desafio. Um detalhe interessante é que, quanto mais pontos você fizer e menos gols tomar, maior é a chance de liberar esses oponentes como personagens jogáveis. O jogo conta até com personagens especiais em parceria com outros jogos indies, como o Mombo do jogo Super Mombo Quest.

Outro modo disponível é o campeonato, no qual é possível organizar um chaveamento para até 8 competidores. Seja contra a IA ou com seus amigos, ou nas partidas mais casuais, o título acerta em cheio na nostalgia de jogar pebolim (ou totó para alguns) na infância. Ele resgata aquela energia das disputas em casa, sendo perfeito para reviver as tardes em que, assumindo o papel de irmão caçula, a gente precisava insistir incansavelmente para que alguém topasse jogar mais uma partidinha. O jogo traz também o modo co-op local, que é divertidíssimo tanto jogando junto quanto contra (e admito que sou muito ruim nisso, perdendo todas as partidas para a minha esposa). Também conta com o suporte ao Remote Play da Steam, facilitando a jogatina com amigos à distância.
DIREÇÃO DE ARTE E SOM
Visualmente, a Nano Knight Studio entregou um trabalho lindíssimo. A direção de arte é bonita e os gráficos super estilizados combinam perfeitamente com a temática leve e descontraída da obra. O nível técnico também impressiona, apresentando animações extremamente fluidas mesmo nos momentos mais frenéticos da tela.

Acompanhando o visual, o design de som não fica para trás. Os efeitos sonoros são muito satisfatórios, desde o impacto pesado de um superchute até os barulhos peculiares das bolas temáticas quicando pela arena, ajudando a construir uma atmosfera vibrante. As musiquinhas relaxantes que tocam no menu e nas arenas também trazem uma sensação muito boa de calma e paz.
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Gosto de registrar minhas jogatinas escrevendo reviews e tirando fotos dos jogos. Meus jogos favoritos são Grim Fandango e Dark Souls II.

