Boa Leitura!

Grim Trials | PC Review

 Grim Trials é o irmão mais novo do jogo HADES 

Está é a historia do dia depois que morri.  

Grim Trials

Você assume o papel de Avelin, uma ceifadora que, após ouvir um misterioso chamado  ecoar depois de sua morte, desperta em um lugar que não conhece. Longe de tudo aquilo  que um dia lhe foi familiar, ela se vê diante de um novo mundo, repleto de caminhos  desconhecidos, desafios e segredos à espera de serem descobertos.

 GAMEPLAY 

Aqui temos o bom e velho hack and slash com elementos de roguelike. Avelin é  teleportada para arenas de desafio, onde precisa enfrentar uma Alma Pecadora e, até  chegar nela, enfrentará uma verdadeira horda de inimigos. 

Grim Trials

A jornada acontece por um mapa hexagonal, e a cada arena concluída você recebe três  opções de bênçãos para escolher. Elas podem melhorar sua velocidade de ataque, sua 

arrancada ou, para os jogadores que só fazem escolhas questionáveis, assim como eu,  aquela maravilhosa chance de recuperar um pouco de vida. E é aí que a coisa fica  interessante: são várias bênçãos e combinações diferentes, permitindo criar builds bem  distintas a cada jornada. Então, mesmo que você esteja repetindo o caminho, dificilmente  vai sentir que está jogando exatamente da mesma forma. 

SISTEMA DE CRAFTING 

Mas, pra mim, foi o sistema de crafting que mais despertou aquela vontade de  continuar jogando só pra ver o que eu conseguiria criar em seguida. Aqui, os  inimigos que você derrota dropam materiais pelo caminho, e esses recursos podem ser usados para fabricar equipamentos, armas e poções.

Grim Trials

E tem um detalhe que eu gostei bastante: os equipamentos que você coloca na  Avelin aparecem de verdade no sprite da personagem. Ou seja, não é só  aquele número subindo na tela pra dizer que seu personagem ficou mais forte, você também consegue ver as mudanças na própria Avelin, quase como se  cada equipamento também fosse um cosmético.

Mas, como a vida não é um morango, melhorar seus equipamentos também  exige um pouquinho de habilidade. Existe um pequeno minigame de timing  durante a criação: se você acertar tudo no momento certo, consegue um  equipamento muito melhor. Se errar… bom, você recebe algo comum. Por  sorte, meus anos jogando jogos de ritmo finalmente serviram pra alguma coisa.  Todo aquele sofrimento tinha um propósito. 

Grim Trials

ARTE 

De cara, não tem como negar que o jogo lembra bastante Hades, principalmente pela  direção de arte, pelo estilo dos personagens e até por alguns detalhes pelo cenário. Mas  ainda assim, ele consegue encontrar seu próprio charme e trazer designs de personagens  realmente lindos e cheios de personalidade. E uma das coisas que mais me fez pensar em  Hades foram os fantasminhas que encontramos pelas alas. Além de estarem ali, vagando  tranquilamente pelo ambiente, eles também desaparecem quando Avelin passa por eles,  um detalhe simples, mas que reforça bastante essa sensação de familiaridade.

E por último mas não menos importante: Sim! você pode fazer carinho no cachorro.

Grim Trials

+ reviews

PATÔMETRO
Conclusão
Pra quem já é fã desse tipo de jogo, acredito que vai se divertir bastante com Grim Trials. As frustrações fazem parte da experiência e, de certa forma, são até  importantes para o seu desenvolvimento a cada arena. O que você não  conseguiu fazer em uma run, na próxima você pode simplesmente sair em  disparada, distribuindo uma chuva de ataques pra todos os lados e se sentindo  invencível por alguns minutos. E, pra mim, é justamente aí que mora uma das  maiores diversões desse gênero. Agora, preciso admitir que jogar no mouse e  teclado talvez tenha contribuído um pouquinho para as minhas frustrações.  Não necessariamente por causa do jogo, mas porque eu simplesmente não  tenho tanto costume com esse tipo de gameplay nesse controle. Logo no início,  inclusive, o próprio Steam já avisa que a experiência é melhor com controle e  eu infelizmente não pude testar dessa forma porque atualmente estou sem um. (Buaaaa, buaaaa). Mas quando eu finalmente tiver um controle em mãos, com  certeza vou revisitar o jogo e descobrir como é jogar da forma que ele  aparentemente nasceu pra ser jogado. Até lá, fica a recomendação: se você curte roguelikes, hack and slash e aquela sensação maravilhosa de transformar  uma personagem em uma máquina de matar depois de algumas runs, vale a  pena dar uma chance.
Notas do Visitante0 Votes
0
8
NOTA FINAL

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe:

Facebook
X
WhatsApp
Telegram
Threads
Email

Categorias