Não há outra forma de começar esta review de conteúdo senão agradecendo imensamente ao time da Cygames Inc e aos amigos da Patobah pela confiança em me permitirem cobrir o jogo completo e também trazer para vocês o que foi a minha experiência no acesso antecipado à expansão de conteúdo Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok.

Momentos como esse, na vida de um profissional iniciante como eu ainda estou me construindo para ser, significam muito. Não só pelo que o jogo mostrou, mas também por representarem um voto de confiança em direção ao futuro que pretendo construir dentro desse nicho. Imensurável é a gratidão por poder trazer isso para vocês e espero que, de alguma forma, ela possa ser retribuída compartilhando com quem acompanha o trabalho da Patobah, tudo o que esse jogo conseguiu me entregar e emocionar.
Obrigado. De verdade.
Aventura
Acompanhado por um grupo de outros quatro personagens, fechando uma equipe de cinco, você controla o protagonista que aqui, o tempo todo, é tido e referido como o “Capitão”. Não só da sua embarcação e no posto de líder da sua equipe, mas também como uma figura de respeito e união para aqueles que já fazem parte da sua tripulação e outros que ainda vão entrar.
Esse Capitão, inclusive, é mais um posto do que necessariamente um atributo de gênero, visto que a forma ambígua como se referem ao seu personagem possibilita que você escolha ser representado visualmente tanto pela versão feminina quanto pela masculina. Não espere um leque de customização, porque ele não existe, mas dou o braço a torcer de que pelo menos há uma mudança de visual em certo ponto da campanha principal, na qual a roupa varia de acordo com o sexo escolhido. Também é um fator a se elogiar que as cutscenes se adaptem muito bem às duas versões do protagonista, independentemente da escolha feita, demonstrando uma dedicação clara para quem quer que você decida controlar. Pode parecer um detalhe pequeno, mas, para mim, isso carrega um peso enorme da atenção do estúdio ao oferecer uma opção que, sim, deveria ser tratada por todos os jogos como relevante, visto que importa para quem está jogando poder escolher.

Mesmo o enredo sendo o ponto principal deste primeiro tópico, ainda assim vou me dispor a falar pouco, justamente para evitar spoilers gratuitos para quem pretende jogar a campanha principal de Granblue Fantasy: Relink e, assim como eu, ainda não sabe nada sobre ela. Nesse jogo assumiremos o papel deste Capitão, que já se revela muito próximo dos seus tripulantes tendo uma história prévia com eles; mas
principalmente com uma garota que, até onde nos é contado no primeiro momento, é a pessoa mais recente a entrar na vida do nosso personagem. Ela se chama Lyria e não há por que esconder de vocês, que ela será o centro de toda essa campanha principal.
O seu surgimento parece estar ligado, de alguma forma, a poderes que não são comuns ao nosso mundo e que, justamente por causa deles, em um esforço para evitar o pior, ela interligou a nossa vida à dela. Dessa forma, Lyria e o nosso personagem não só compartilham um forte vínculo de amizade, como também passam a depender da vida um do outro.
Essa mesma ligação também se torna um ponto de força quando, pela primeira vez, criaturas nos são apresentadas na forma de magias. Essas, que parecem restritas, naquele momento, à serem usadas pela nossa dupla de melhores amigos.
É simplesmente fenomenal a primeira vez que você vê isso acontecendo na sua tela e fica mais impossível ainda não se recordar de tantos outros jogos consagrados que fizeram isso ou mesmo pela imaginação de centenas de nós que crescemos jogando títulos dessa magnitude. Granblue Fantasy vai, do início ao fim, te causar por diversas vezes, um sentimento de pequenez diante do que está assistindo e enfrentando.

São monstros que, apesar de estarem sendo enfrentados com espadas, magias de suporte ou mesmo armas de fogo, não perdem em nada a sua grandiosidade, tanto em tamanho quanto em imponência.
Agora, não só enfrentando essas criaturas como também o iminente fim do mundo, é difícil não se impressionar com a construção de ambientes que a Cygames Inc. entregou neste título. Porque não se surpreenda quando eu digo que, mesmo tendo sido lançado em 2024 e carregando esse estilo artístico fortemente inspirado em animes, Granblue Fantasy: Relink ainda não ficou para trás, mesmo diante dos grandes saltos gráficos que vimos nos últimos anos.
É um jogo não só segue sendo extremamente carismático, estiloso e confiante no que se propõe a fazer de diferente, como também competente e constantemente impressionante de assistir. Muito bonito mesmo e, com certeza, ainda merecedor de estar no seu radar de oportunidades.
Mapas, Solo Sagrado e seus Inimigos
Dividido em uma série de mapas menores, além das duas cidades da campanha principal que temos acesso e que servirão como seu porto seguro para conseguir missões secundárias e realizar tarefas como buscar itens perdidos, abrir baús ou encontrar chaves para outros, os mapas das missões principais e secundárias são distribuídos em áreas praticamente ou totalmente lineares. Mesmo que você possa encontrar algumas bifurcações, que muito provavelmente vão te levar a baús espalhados e já sinalizados no mapa (consultável a qualquer momento para te guiar pelo cenário), todas as rotas acabam levando ao mesmo destino. Seja ele a área onde sua missão secundária está localizada ou a continuação da campanha principal.

Antes de chegar a esses pontos, porém, e geralmente na metade do mapa, você vai encontrar cristais flutuantes que marcam aquela área como um “solo sagrado”. É neles, por meio da interação com o Cristal, que você pode salvar o jogo, ter acesso remoto ao ferreiro e também a um vendedor de itens especiais. O próprio jogo recomenda que você busque esse cristal antes de encerrar sua aventura ou finalizar a sessão, já que ele funciona como um ponto de registro do seu progresso.
Quanto aos inimigos, eles variam de acordo com a temática do mapa e também com o ponto em que você está na campanha. Você começa enfrentando uma simples invasão de goblins e, conforme avança, passa a encontrar até mesmo exércitos de mortos-vivos congelados.
Os inimigos básicos espalhados por essas áreas pré-delimitadas, não são muito impressionantes e acabam se repetindo bastante dentro das suas próprias categorias. O que realmente impressiona, e sobre o que vamos falar mais adiante, é o confronto direto com os chefões. Esses, sim, são memoráveis.
Não me entenda mal quando coloco os inimigos comuns do mapa abaixo dos demais e em uma categoria própria. A intenção é apenas demonstrar a disparidade de escala e presença entre eles. Há mapas, claro, em que os inimigos casuais são mais interessantes do que a média, mas, no geral, você está sempre mais preocupado em administrar e sobreviver aos grandes grupos que podem acabar te sufocando, dependendo da dificuldade escolhida, do que propriamente prestando atenção em algum destaque visual específico.
São inimigos bem modelados e até impressionantes, mas são os chefões que realmente tornam a área marcante. Esses confrontos de maneira geral, chefões ou inimigos comuns, giram mecanicamente em torno de vantagens e desvantagens elementais, tornando determinados inimigos mais fracos ou mais resistentes a certos tipos de ataque.

Isso acrescenta uma leve camada de variedade e estratégia, mas não vai muito além disso. No fim das contas, é um sistema baseado em memorização, algo que você naturalmente absorve conforme joga, principalmente para evitar desperdiçar recursos, como as curas limitadas durante os combates comuns e conseguir guardar o máximo possível delas para as lutas contra os chefões de área.
Protagonista, Melhorias, Amigos e o seu Grupo
Como referido e apontado na primeira matéria sobre DEMO de testes disponível que eu trouxe há alguns meses, em Granblue Fantasy: Relink nós temos até quatro habilidades para o personagem que está sob o seu controle, podendo ser tanto o protagonista nas missões de campanha quanto qualquer outro integrante que você queira controlar nas missões paralelas. Essas quatro habilidades iniciais de cada personagem não são as únicas, e outras vão sendo desbloqueadas à medida que você evolui na árvore de habilidades.
Essa árvore, por sua vez, possui subdivisões. Parte dela é focada em dano, gerenciamento de efeitos e obtenção de vantagens conforme você joga de maneira mais ofensiva, enquanto outra seção é totalmente dedicada à quantidade de vida do personagem, taxas de recuperação da vitalidade e outros efeitos voltados para aumentar sua resistência durante as lutas.
Esse sistema pode parecer intimidador em um primeiro momento, tanto pela crescente quantidade de recursos necessários para conseguir sequer um ponto de melhoria, quanto pelo fato de determinadas partes da árvore se dividirem em uma, duas ou até três rotas diferentes com valores também diferentes. Essa questão, no entanto, é facilmente resolvida pela opção que o jogo te oferece de evoluir pela “linha mais fácil”, obtida pelo cálculo que o próprio jogo realiza automaticamente para descobrir qual é o caminho mais barato até determinado atributo ou habilidade solicitada, permitindo assim que você gaste mais rápido o menor número possível de pontos.
Esse formato de progressão, por outro lado, impressiona quando você percebe que cada personagem possui uma forma única de evoluir e pode, sozinho, resultar em builds completamente diferentes das de outro jogador que tenha um estilo distinto em mente para aquele NPC lutar. A melhoria das suas armas pelo ferreiro, eventualmente desbloqueado conforme você avança na campanha, não chega a ser uma das mais profundas e tampouco altera muita coisa além dos atributos e da aparência do equipamento utilizado. Ainda assim, ela amplia essa sensação de que cada jogador

pode construir não apenas o seu protagonista, mas toda a sua equipe das mais diversas maneiras.
É claro que o jogo aponta para uma direção que considera mais eficiente ou que representa a maximização dos benefícios, porém eu mesmo acabei testando, ainda que sem intenção, que existem batalhas em que, mesmo estando abaixo do nível recomendado ou tendo levado aliados que não causam dano efetivo contra o chefão daquela área, ainda assim é possível vencer. Difícil? Sim. Mas possível.
E isso me sinalizou que, mesmo com as minhas críticas, o sistema de luta desse jogo é não só viável como bastante funcional para superar muitos dos desafios mais difíceis do jogo se recorrendo principalmente a uma boa estratégia, paciência e domínio das mecânicas, sem depender obrigatoriamente de equipamentos padronizados.
Batalhas e Deuses
Essa é, definitivamente, a parte que eu mais queria comentar com vocês. Já deu para notar a minha empolgação no tópico sobre os inimigos e o quanto a composição dos cenários e a ambientação das lutas contra os chefões me afetaram positivamente.
Mas, ainda que eu usasse os melhores adjetivos e tentasse demonstrar através de palavras, o sentimento que tive, isso, ainda assim seria insuficiente para transmitir ele em sua totalidade.
Escrevo esta review, inclusive, ao som da trilha sonora do jogo, já disponível em diversas plataformas e te digo que: você não vai sentir o mesmo impacto de determinados momentos se não os viver enquanto joga, principalmente durante as batalhas contra os chefões.
A primeira vez que fazemos uma junção de poderes.
O primeiro momento em que uma criatura colossal se levanta contra nós. O primeiro brilho de um altar prestes a despertar.
O primeiro encontro com um inimigo disposto a fazer de tudo para nos impedir de seguir em frente…
Cara, é indescritível a forma como esse jogo trabalha as nossas emoções.
Das músicas épicas aos diálogos mais emocionantes, a premissa de Granblue Fantasy:Relink, que une a urgência de impedir o colapso do mundo enquanto, simultaneamente, corremos para reencontrar amigos perdidos ao longo do caminho; descobre, à sua própria maneira, um meio para ressoar no coração de cada jogador.
As fases e a chegada até os chefões, te confesso, são bastante parecidas entre si, mas existem pequenos detalhes que não apenas incrementam, como potencializam o sentimento épico que cada enfrentamento quer transmitir.
Sem entrar em detalhes, há uma criatura que, quando finalmente nos propomos a enfrentá-la, se revela não apenas muito maior, como também muito mais forte do que esperávamos.
E tudo fica ainda mais empolgante quando conseguimos derrubar uma das suas pernas e ouvimos pelo grito de um dos personagens, que precisamos, sim, acredite se quiser… escalar. Escalar o corpo daquela criatura para alcançar o seu núcleo!
E você está lá, fazendo isso na prática. Correndo, deslizando por obstáculos, evitando ser derrubado. Tudo enquanto a trilha sonora parece acompanhar as batidas do seu coração e o nervosismo da sua respiração.
Ou quando somos levados diante de outro dos grandes inimigos da campanha, cuja batalha é dividida em duas, três ou até quatro fases. A forma de enfrentá-lo muda drasticamente a cada etapa, assim como o próprio cenário, que passa a manipular elementos ao nosso redor.
Somos lançados dentro de uma armadilha para a qual não estávamos preparados. E lutamos não apenas contra uma criatura gigantesca, capaz de destruir vilarejos e cidades inteiras, mas também contra a própria prisão onde ela nos encurralou.
São esses, entre tantos outros detalhes, que engrandecem a experiência e fazem com que ela permaneça viva na memória muito depois dos créditos finais. É, sem dúvida, o ápice de Granblue Fantasy: Relink.
Endless Ragnarok e a Continuação da Caçada
Depois de falarmos isso tudo e mesmo já tendo me emocionado ao terminar o jogo, não só por tudo o que ele constrói, mas também pelo que essa oportunidade representa nesta nova etapa e projeto da minha vida, ironicamente, a nossa análise começa de verdade so agora.
Porque Endless Ragnarok é a mais nova expansão de conteúdo lançada pela mesma empresa que produziu Granblue Fantasy há alguns anos e que agora se propõe a revolucionar e mudar completamente o que já havia sido estabelecido anteriormente. Não se trata apenas de uma melhoria prática, mas também de uma expansão considerável focada em um estilo de jogo que, ainda que eu vá confessar para vocês não ser o meu favorito, definitivamente possui um grande nicho de pessoas que pretende, e muito provavelmente vai sim agradar.
Aqui, a justificativa para a existência dessa continuação, é que, após resolvermos os acontecimentos do final do jogo base, dos quais podem ficar tranquilos que não vou entrar em detalhes, novas criaturas passam a surgir. Muito em consequência do que enfrentamos anteriormente, elas parecem ter se tornado mais monstruosas e violentas. Não só desbloqueando um novo leque de ataques e formas de combate, como também se tornando mais agressivas e perigosas.
Com isso e, não surpreendentemente, organizações se uniram para combater especificamente esses monstros e agora querem colocar nossa força à prova para descobrir se nós, aqueles que enfrentaram criaturas tão poderosas durante a campanha principal, ainda somos, depois de todo esse tempo: capazes de lidar com essa nova ameaça.
Mas não espere que, depois de tudo o que fizemos, também não vamos contar com alguma ajuda.
Depois de derrotarmos um novo desafiante em uma luta que, confesso, não foi nada fácil, mesmo utilizando uma build preparada especificamente para essa proposta, passamos então a ter acesso a novos viajantes que desejam realmente se unir à nossa causa e nos ajudar nessa nova caçada.
Nessa expansão também temos acesso a um modo de jogo separado que, honestamente, não tem muito a ser explorado. Facilmente concluído após algumas incursões, as chamadas “Confluências” nada mais são do que portais que nos levam de volta a mapas já conhecidos para enfrentar inimigos também presentes no jogo base. A diferença aqui, é que agora tudo acontece sob uma mecânica de melhorias, buffs e condições aleatórias. Enfrentamos uma sequência de adversários até chegar a um chefão aleatório, que pode ou não ser uma criatura inédita em relação ao que já conhecíamos, e, ao final de tudo, recebemos recompensas baseadas na nossa pontuação e eficiência durante os combates.
Eu nem saberia exatamente como classificar esse modo de jogo, mas já posso adiantar que ele não chama tanta atenção quanto a campanha principal da expansão. Pelo contrário, funcionou para mim muito mais como uma válvula de escape, na qual me vi mais interessado em experimentar novas combinações de habilidades do que propriamente no conteúdo apresentado. Isso porque, se você chega a essa parte com um nível elevado, os confrontos se tornam praticamente automáticos, já que os inimigos não parecem bem balanceados o suficiente para lidar com personagens tão fortes, quase como se estivessem propositalmente enfraquecidos.
Mas pode recuperar as expectativas, porque as Confluências representam apenas uma entre as várias novidades adicionadas.
A história que essa campanha apresenta é relativamente boa e, sem querer entrar em muitos detalhes, certamente será um grande desafio para quem já vem de outras franquias focadas no enfrentamento de criaturas colossais. Para mim, no entanto, e digo isso com certo pesar, foi bastante frustrante me ver preso em um ciclo que, embora possua uma boa ambientação e um excelente trabalho de contextualização, impressionando mais uma vez pela escolha impecável das trilhas sonoras durante as batalhas, ainda assim não conseguiu despertar em mim a mesma vontade de repetir confrontos, estudar padrões e aperfeiçoar meu desempenho nas fases, como aconteceu em algumas das melhores missões da campanha principal.
Endless Ragnarok é uma adição grande o suficiente para quase ser considerada um jogo à parte. Porém, pela forma mecânica como estrutura sua progressão, acaba parecendo muito mais uma expansão voltada para o estilo de jogo do pós-jogo, desbloqueada após concluirmos a campanha principal e construída sobre a ideia de uma “caçada infinita” a monstros, do que propriamente um novo capítulo para expandir de maneira significativa o universo de Granblue Fantasy.
Existem, sim, algumas pontas soltas que podem servir de base para um futuro jogo, mas não tive a impressão de que essa seja, de fato, a principal intenção da expansão.
Novidades, experiência e como foi jogar a Expansão
Não quero me estender muito neste tópico ou soar repetitivo, porque sinto que já falei bastante sobre ele no anterior, quando procurei abordar de maneira mais ampla essa nova expansão de conteúdo que o jogo está recebendo. Mas, se você estiver buscando um resumo mais sucinto, sem que eu acabe pendendo tanto para o sentimento muito forte e emocionante que tive com o jogo base, eu diria que a melhor forma de enxergar essa expansão, quase dois anos depois do lançamento oficial de Granblue Fantasy: Relink, é como um abraço acolhedor para aqueles que gostam da proposta de caça a monstros e, principalmente, do que foi o pós-jogo da versão base.
Se você, por outro lado, assim como eu, se encantou mais pela história e até mesmo se emocionou ao criar uma ligação com aquele elenco de personagens, saiba que talvez encontre alguma dificuldade em aceitar que a progressão dessa nova aventura depende quase exclusivamente do esforço, da repetição e da paciência para enfrentar essas criaturas cada vez mais poderosas.
Não vai ser uma expansão para todos. Longe disso.
Agradecimentos
Não há por que esconder, e muito menos eu conseguiria chegar a este ponto se não fosse a partir da emoção. Estou profundamente agradecido pelo que foi este projeto e também ansioso para que vocês não só possam ler esta análise, como espero, de verdade, que consigam captar o que foi esse jogo e por que, caso ele se encaixe no tipo de proposta que você procura, deve ser mais do que um motivo para esperar uma boa oportunidade ou promoção para adquirir este jogo.
O que a Cygames Inc. conquistou em mim, tanto no jogo base quanto nesta expansão de conteúdo, é definitivamente uma obra que tenho a expectativa de ver muito mais valorizada com o passar dos anos, justamente pelo conjunto do foi construido. Espero sinceramente que as centenas de análises positivas presentes hoje na Steam, continuem se multiplicando.
Uma vez mais, agradeço pela oportunidade que me foi dada, pela confiança dos meus amigos e por todo o trabalho envolvido na edição desta matéria. E que muitas outras oportunidades venham.
Um viva àqueles que, em tempos tão conturbados, ainda se esforçam para manter vivo o nosso hobby!
NOTA PARA O JOGO BASE: 10/10
PONTOS NEGATIVOS: Gestão de habilidades pode se tornar cansativa a medida que você evolui. Ter de melhorar todos os seus heróis um a um, controlando recursos, não me parece combinar tão bem com os gêneros aos quais o jogo se propõe.
PONTOS POSITIVOS: Tempo de duração agradável. Lutas emocionantes. Trilha sonora espetacular. Trabalho artístico espetacular. “Tom épico” bastante crível e envolvente.
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“No gods or kings. Just ducks.”
