Alien Strike: Blasting the Intruders já te conquista logo de cara com uma forte sensação de nostalgia. O jogo é recheado de referências a clássicos, especialmente da era do Super Nintendo, trazendo aquela vibe retrô que lembra grandes títulos que marcaram época.

A história gira em torno de enfrentar inimigos que estão na Terra. Em um primeiro momento, tudo leva a crer que o problema está apenas aqui e que o planeta foi invadido. Porém, o jogo apresenta um plot interessante que surpreende o jogador, entregando um desfecho diferenciado e inesperado.
A aventura é empolgante, divertida e carregada de energia, despertando aquele sentimento clássico de ação intensa do início ao fim.
Gameplay
A gameplay é claramente inspirada em clássicos como Contra: você atira, pula, usa dash e ativa habilidades especiais.
O jogo se destaca pelo sistema de armas: ao coletar a mesma munição mais de uma vez, você aumenta o nível dela, tornando os tiros mais poderosos.
É possível carregar dois tipos de armas ao mesmo tempo, alternar entre elas com LB e descartar uma com LT.
O especial é carregado ao derrotar inimigos e, quando ativado, causa dano massivo em toda a tela, sendo essencial em momentos mais caóticos ou contra chefões.
Outro ponto positivo é a variedade de personagens: são quatro no total (duas mulheres e dois homens), cada um com habilidades e especiais únicos, o que aumenta a rejogabilidade.
Por outro lado, o jogo apresenta um problema importante: não há um tutorial claro dos comandos. Isso faz com que o jogador precise descobrir sozinho como executar certas ações, o que pode levar à frustração ou até mesmo fazer com que ele deixe de utilizar mecânicas importantes por falta de conhecimento.
No geral, a gameplay é extremamente divertida, frenética e fiel ao estilo clássico, mas poderia ser melhor aproveitada com uma introdução mais explicativa.
Som
Aqui está o ponto mais fraco do jogo. Apesar do grande potencial, a trilha sonora não acompanha a intensidade da gameplay. Falta impacto, energia e aquela adrenalina típica de jogos de ação desse estilo.
Os sons são simples demais e não marcam presença, especialmente nas batalhas contra chefes, que acabam perdendo peso e emoção. Uma trilha mais agressiva, com guitarras e batidas mais intensas, teria elevado muito a experiência.
Gráficos e Arte
Visualmente, o jogo é muito bonito. As fases são bem detalhadas, com cenários variados e criativos, trazendo diversidade e mantendo o jogador engajado.
O estilo artístico cumpre bem seu papel e reforça a proposta retrô com qualidade.

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