
HISTÓRIA/PREMISSA
Jogar Ragnarok Online em 2026 pela primeira vez é como descobrir um mundo que carrega história em cada detalhe. Mesmo sendo um MMORPG de outra era, Midgard ainda consegue transmitir uma sensação especial de aventura, como se o jogo guardasse um charme que os títulos modernos muitas vezes perderam. Há algo único em dar os primeiros passos em Prontera, ouvir aquela trilha sonora clássica e perceber que você está entrando em um universo que marcou gerações.
Para um novo jogador, tudo parece ao mesmo tempo simples e mágico: as cidades cheias de vida, os personagens carismáticos, os monstros espalhados pelos campos e a liberdade de explorar sem pressa. Ragnarok não te entrega tudo de forma imediata, ele convida você a aprender aos poucos, a se perder nos mapas, a conhecer pessoas e construir sua jornada com calma, como uma verdadeira aventura.
A GAMEPLAY
Em 2026, começar Ragnarok Online é experimentar um pedaço vivo da história dos MMORPGs. É como abrir um livro antigo que ainda tem páginas vibrando, cheio de memórias para veteranos, mas também de descobertas para quem chega agora. E talvez seja isso que torna a primeira experiência tão marcante: não é apenas jogar um jogo, é entrar em um mundo que continua respirando, esperando por novas histórias.
Entrar na guilda CrazyLazyTryhards foi um dos momentos mais marcantes da minha jornada, pois me possibilitou conhecer novas pessoas que não apenas me ajudaram, mas também me ensinaram muito sobre o jogo, tornando a experiência ainda mais rica e especial. Não faltaram oportunidades de ouvir histórias cativantes vividas pelos integrantes, relatos que carregavam aventura, nostalgia e companheirismo. E, a cada conversa, eu me pegava pensando em quando chegaria a minha vez de colecionar minhas próprias histórias, para um dia também poder contá-las na posteridade dentro do mundo de Ragnarok Online.
DIREÇÃO DE ARTE E TÉCNICA
A trilha sonora de Ragnarok Online é, sem dúvida, um dos elementos mais marcantes da experiência, capaz de despertar emoções mesmo anos depois. Cada cidade, mapa e momento importante possui uma música que se conecta diretamente com a atmosfera do lugar, tornando a exploração ainda mais envolvente. As melodias suaves de Prontera, o tom contemplativo de Payon e as canções mais sombrias de mapas perigosos criam uma identidade sonora única, que acompanha o jogador em cada passo da jornada. Mais do que simples músicas de fundo, essas trilhas se transformam em memórias, sendo capazes de transportar o jogador instantaneamente de volta a Midgard, reforçando a sensação de nostalgia, pertencimento e aventura.



Jogar com um Cavaleiro Rúnico foi uma experiência muito marcante, porque eu comecei do zero como Aprendiz, evoluí para Espadachim e depois Cavaleiro, sentindo aos poucos meu personagem ficando mais forte e importante no mundo. Quando chegou a hora de renascer, foi como recomeçar com mais experiência, passando por Aprendiz T, Espadachim T e chegando em Lorde, até finalmente virar Cavaleiro Rúnico, fechando a jornada com a sensação de ter construído uma verdadeira história dentro do Ragnarok.
Também me senti à vontade para fazer um mercador para vender os itens que fossem sendo obtidos para outros jogadores e até mesmo comprar poções de npcs com desconto, trazendo um maior conforto para minha jornada, não o upei completamente ainda para se tornar um bioquímico, porém em breve ele irá cumprir o seu papel.
CONCLUSÃO
No fim, jogar Ragnarok Online em 2026, especialmente vivendo essa jornada desde os primeiros passos até alcançar classes tão grandiosas, mostra como o jogo ainda é capaz de oferecer algo único. Mais do que evoluir um personagem, a experiência é construída através das amizades, das descobertas e das histórias compartilhadas pelo caminho. Ragnarok continua sendo um mundo onde cada jogador pode criar sua própria trajetória, e é justamente isso que faz essa aventura permanecer viva e inesquecível mesmo após tantos anos.
PATÔMETRO
Nota Final - 87%
87%
Nota Final
Este é meu Quack para este título

Stay Awhile and Listen. Apenas um aficionado por games, quadrinhos e filmes. Redator do Patobah