“o jogo entrega uma experiência sólida e interessante, principalmente para quem curte histórias mais profundas dentro de jogos de furtividade“.
REVIEW | Ereban: Shadow Legacy
HISTÓRIA/PREMISA
Ereban: Shadow Legacy é um jogo de plataforma furtivo focado em narrativa e de ritmo acelerado, onde você assume o papel de Ayana, a última descendente de uma raça esquecida. Nesse jogo, você poderes sombrios místicos, dispositivos de alta tecnologia e evita ou elimina inimigos para descobrir a verdade sobre o seu passado e a chave para salvar um universo decadente e moralmente ambíguo.
Em relação à história, eu senti que ela foi a parte que mais gostei do jogo todo, pois foi um mar de emoções e dúvidas sobre o que iria acontecer no final, que acaba sendo bem inesperado e te faz pensar bastante. Os personagens também contribuem bastante para esse impacto, já que suas motivações e conflitos ajudam a deixar tudo mais envolvente, e o carisma deles só ajuda na narrativa. No geral, é uma narrativa que consegue prender e que funciona muito bem.
JOGABILIDADE
A gameplay do jogo é bem divertida, mas eu senti que ela poderia ter sido melhor. Ela é baseada em furtividade e possui alguns gadgets que te ajudam a passar pelos inimigos com facilidade, o que acaba tornando a experiência dinâmica e interessante em vários momentos. Ainda assim, faltou um pouco de capricho em alguns aspectos, como os gadgets sendo um pouco “roubados” demais em certas situações, e os inimigos te detectando com mais facilidade do que o esperado. Isso às vezes quebra um pouco o ritmo e a sensação de equilíbrio. No geral, funciona bem e diverte, mas poderia ser mais refinada para deixar a experiência ainda mais consistente.
DIREÇÃO DE ARTE
Visualmente, esse jogo até que é meio genérico, mas nada que me faça gostar menos dele. Algumas áreas têm uma pegada mais cyberpunk, enquanto outras lembram um pouco o estilo de Nier, o que traz uma certa variedade ao visual. Eu curti essa mistura, mas sinto que faltou um pouco mais de identidade própria para se destacar de verdade. No geral, é agradável, mas dava pra caprichar mais e tornar o visual mais marcante.



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Gosto de joguinhos eletrônicos! Fã da Remedy, Kojima e Fromsoftware I’m no hero. Never was, never will be.
