O lançamento de Final Fantasy VII Remake para o Xbox marca um momento histórico para os fãs de RPG. Após anos de exclusividade no ecossistema PlayStation, o título que redefine o conceito de “remake” finalmente chega à plataforma da Microsoft. Tive a oportunidade de jogar a versão original no PlayStation 4, a versão Intergrade no PS5, e agora recebi a chave diretamente da Square Enix para testar o desempenho no Xbox.
Além disso, como estou mergulhado em Final Fantasy VII Rebirth no PlayStation 5 Pro, tenho a base perfeita para comparar onde essa jornada começou e para onde ela está indo.
Desempenho e Visual: A Experiência Cross-Plataforma
A experiência entre o Xbox Series X e o PS5 é extremamente equilibrada. O jogo tem um trabalho visual e de performance incrível, com uma direção de arte que respeita o material original de 1997 enquanto entrega modelos de personagens e cenários de altíssima fidelidade em ambas plataformas. A diferença brutal de nitidez que notamos hoje no atual Rebirth (devido ao poder do PS5 Pro) não ofusca o brilho do Remake, que continua sendo um dos jogos mais bonitos da geração.
História: O Peso do Destino
No papel de Cloud Strife, um ex-SOLDIER transformado em mercenário, somos contratados pelo grupo eco-terrorista Avalanche. A luta inicial é contra a tirania da Shinra, uma megacorporação que está drenando a energia Mako o sangue vital do planeta para gerar eletricidade e lucro.
O que começa como uma missão de guerrilha urbana em Midgar se transforma em algo muito maior quando Cloud conhece Aerith, uma vendedora de flores que carrega o legado de um povo antigo e um poder que pode decidir o destino do mundo. O clímax nos coloca frente a frente com o lendário Sephiroth, cujas motivações e influência testam os limites de Cloud e seus aliados.
Combate: O Equilíbrio Perfeito entre Ação e Estratégia
Um dos pontos mais altos desta nova linha de Final Fantasy é o seu sistema de combate. O jogo oferece a liberdade de escolher entre o modo Clássico, para quem prefere a nostalgia dos turnos, e o combate Manual de Ação.
Para quem, como eu, prefere a adrenalina de executar combos, usar magias em tempo real e alternar entre personagens para explorar fraquezas elementares, o sistema é empolgante e envolvente. É uma evolução natural que lembra a fluidez de Final Fantasy XVI, mas mantém a profundidade estratégica das Matérias, algo essencial para a identidade da franquia. O jogo tem uma série de ferramentas que podem auxiliar na progressão, há um artigo no site apenas sobre isso.

Conclusão e Notas de Avaliação
Final Fantasy VII Remake é indispensável, seja você um veterano de longa data ou um novato curioso. É uma porta de entrada magnífica que prepara o terreno para a grandiosidade de Rebirth, com seu mundo aberto e minigames épicos.
Minha Jornada com Final Fantasy VII: Do PS5 ao Xbox
Para quem quer acompanhar como foi minha experiência com esses títulos ao longo dos anos, separei três momentos importantes registrados no meu canal que ajudam a entender por que este remake é tão especial para mim:
- O Início de Tudo (Há 4 anos): Confira aqui meu gameplay de FFVII Remake no PS5. Este foi um dos primeiros vídeos do canal e mostra o impacto inicial que o jogo causou lá atrás.
- A Evolução em Rebirth: Veja o gameplay da sequência direta. Aqui você pode notar a diferença de escala e o mundo aberto que citei na matéria.
Momento Descontração: Uma edição especial que fiz de Rebirth. Usei a música Sweet Dreams e efeitos de câmera lenta para destacar a beleza visual e a fluidez do combate.
Nota Final - 87%
87%

Review de Jogos / Criador de Conteúdo
Olá! Me chamo Rafael Paganotti e sou apaixonado por video games e jogos desde que me conheço por gente!