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Review | Daredevil: Born Again (Temporada 2, Ep 2 e 3)

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Review | Daredevil: Born Again (Temporada 2, Ep 2 e 3)

Após a maravilhosa estreia do primeiro episódio, fomos agraciados com dois episódios fantásticos. Os episódios 2 e 3 mantêm o nível alto e ainda trabalham com um ritmo crescente, tanto nos acontecimentos quanto no desenvolvimento dos personagens.

Aqui já dá pra ver que a série não só manteve a pegada inicial, como começou a expandir melhor o que foi apresentado. Esses dois episódios funcionam quase como um mini arco, aprofundando a trama e mostrando melhor as consequências do que está acontecendo na cidade.

Também vemos com mais clareza como está funcionando o governo do Wilson Fisk como prefeito, principalmente com o uso dos seus poderes emergenciais, e como isso impacta diretamente o rumo da história.

Depois de tanto tempo e uma longa espera… quem é fã do ship Karedevil tá aos pulos (e surtos). E eu já deixo claro: sou suspeito pra falar quando envolve a atuação da Deborah Ann Woll.

Nos episódios 2 e 3, vemos uma exploração muito boa de como está a dinâmica entre o Matt Murdock e a Karen Page.

Com os dois sendo procurados e a cidade vivendo esse clima constante de tensão, a parceria deles fica ainda mais essencial: Matt continua na linha de frente, na ação e Karen usa seus contatos e inteligência pra levantar informações

Mas o mais interessante é como o cenário de New York City influencia essa relação. Com o Demolidor agindo praticamente sozinho e o risco aumentando a cada passo, os dois passam a se equilibrar muito mais.

As interações estão mais naturais e próximas, mostrando uma parceria madura onde um compensa o outro tanto no emocional quanto no estratégico. Após o incidente do cargueiro Northen Star, que afundou próximo ao porto, começam a surgir várias suspeitas inclusive envolvendo o próprio prefeito.

Enquanto isso, o Wilson Fisk segue fortalecendo sua imagem em público, mas por trás disso vemos um lado muito mais cruel. Aqui dá pra sentir um verdadeiro “reinado do demônio”.

O destaque vai pra Red Hook, um lugar fortemente protegido e com uma atmosfera pesada praticamente um ninho de cobra. Quem entra ali… não se sabe se volta. A AVTF também mostra a que veio: abuso de autoridade, perseguição e prisões de civis. A sensação é clara ninguém está seguro.

Nem o Matt Murdock, muito menos a Karen Page.

Com Fisk controlando polícia, judiciário e mídia, o clima de guerrilha na cidade só aumenta.

A AVTF não mede esforços, indo atrás de alvos em qualquer condição. E aí entra um fator ainda mais perigoso: o Bullseye (Poindexter) está solto.

E o mais interessante: dessa vez o alvo não parece ser o Daredevil… mas sim os próprios Fisk.

Aqui ele é bem diferente dos quadrinhos menos performático e muito mais frio e direto. Um verdadeiro predador.

Ver ele frequentando uma igreja conhecida enquanto observa uma certa mulher e menciona outra figura querida pelos fãs da fase da Netflix abre várias possibilidades pro que ainda vem pela frente.

Na parte de ação, a série continua entregando alto nível.

Se na terceira temporada tivemos aquele plano sequência absurdo na prisão, aqui a invasão em Red Hook entra fácil como uma das melhores cenas até agora. O Daredevil está mais estratégico, mais preciso — e isso deixa tudo ainda mais tenso.

Outro destaque vai pra Heather Glenn, que parece ter ficado “assombrada” após os eventos anteriores. Isso reforça sua aversão aos vigilantes, colocando ela praticamente como aliada do Wilson Fisk o completo oposto dos quadrinhos.

Confesso: eu não gostava dela… mas agora ela tá virando aquele tipo de personagem que você ama odiar.

No geral, temos três episódios muito fortes até aqui, com o terceiro deixando um gancho que dá vontade de contar os minutos pra próxima terça.

A série consegue manter aquela sensação constante de “o que vai acontecer agora?”, e isso prende demais.

Um dos meus pontos favoritos continua sendo a relação entre o Matt Murdock e a Karen Page. Os momentos simples entre os dois seja uma conversa ou até um treino funcionam como um respiro no meio do caos.

(E sendo bem sincero… eu temo mais pelo relacionamento deles do que por qualquer outra coisa. Guardian Devil deixou trauma e com motivo.)

Pra fechar: essa segunda temporada tá sendo uma das melhores coisas do ano. Um contraste enorme com a anterior, que foi uma montanha-russa. Aqui não a qualidade do que estão entregando tá fenomenal.

Então é isso… te vejo semana que vem no episódio 4.

E como essa temporada já deixou claro:

RESIST. REBEL

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