A Capcom lança hoje Resident Evil Requiem, o nono título principal da icônica franquia Resident Evil. O jogo já está disponível para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S, PC (Steam e Epic Games Store) e GeForce NOW.
Desta vez, a série retorna oficialmente a Raccoon City — 30 anos após o incidente que redefiniu o mundo dentro da cronologia da franquia.
Dois protagonistas, duas perspectivas
A história acompanha a analista do FBI Grace Ashcroft e o lendário agente Leon S. Kennedy. Grace investiga uma sequência de mortes misteriosas no mesmo local onde sua mãe foi assassinada anos antes. Quando um policial desaparece, Leon é enviado à cena.
O reencontro dos dois personagens desencadeia não apenas uma investigação, mas um confronto direto com os fantasmas do passado.
Pela primeira vez na série principal, o jogador pode alternar livremente entre visão em primeira pessoa e terceira pessoa a qualquer momento. A proposta mistura imersão claustrofóbica com ação mais dinâmica — quase como se a própria identidade da franquia estivesse dialogando com suas diferentes fases históricas.
Dificuldade e tensão clássica
O jogo oferece múltiplos níveis de dificuldade.
No modo Casual, há assistência de mira e maior tolerância a dano.
Já no modo Standard (Classic), a tensão aumenta consideravelmente: ao jogar como Grace, é necessário utilizar Ink Ribbons para salvar o progresso, remetendo diretamente às mecânicas clássicas dos primeiros jogos.
É um lembrete elegante de que, em Resident Evil, o verdadeiro terror muitas vezes está na decisão de quando salvar.
30 anos de legado
O lançamento também marca as celebrações de 30 anos da série, com concertos “Resident Evil Symphony of Legacy” programados no Japão, América do Norte e Europa.
Enquanto isso, Resident Evil 7 biohazard Gold Edition e Resident Evil Village Gold Edition também chegam ao Nintendo Switch 2, formando o chamado “Resident Evil Generation Pack”.
Um requiem ou um novo começo?
O subtítulo “Requiem” sugere despedida. Mas, ironicamente, o jogo parece apontar para uma nova fase da franquia, unindo tradição e modernidade.
Voltar a Raccoon City é mais do que revisitar um cenário. É confrontar o trauma original da série e perguntar: o horror evoluiu… ou apenas mudou de forma?
Resident Evil sempre foi sobre sobrevivência. Agora, parece ser também sobre memória.
E a memória, como sabemos, pode ser tão letal quanto qualquer criatura biológica criada pela Umbrella.

Co-founder & PR / Press Manager at https://patobah.com.br |
Public Relations | News / Notícias | Articles / Artigos
