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PATONERD | REVIEW DE BATMAN ABSOLUTE VOL.1 E VOL.2

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A Chegada a Gotham e o Chamado de Alfred

A HQ começa com uma narração em off e uma breve apresentação de um personagem que, nesse universo, é peça-chave logo no início: Alfred Pennyworth. Ele volta para Gotham para cumprir ordens superiores e investigar pontos de interesse da agência em que trabalha.

Aqui a Gotham apresentada é familiar mas diferente: pesada, sombria, realista e com aquele clima de decadência que só Gotham pode proporcionar. A narrativa dessas HQ’s mostra que vai a ideia é alternar entre presente e flashbacks. Vamos ver como isso funciona mais pra frente.

A Dinâmica do Bruce e Seus “Amigos de Infância​”

A maior diferença dessa saga para as outras é justamente a dinâmica de Bruce com personagens que já conhecemos: no Absolute, Bruce Wayne tem relação de amizade de infância com quem, no universo original, seriam seus principais vilões.
Essa dinâmica dá um peso um emocional enorme e coloca a gente na pele do Bruce sem esforço, criando empatia imediata. Já vimos algo parecido nos jogos de Batman da Telltale.

Claro que Gotham city aqui tem fortes referências aos filmes, tanto a trilogia do Christian Bale quanto o filme do Pattinson, só que mais violenta, mais suja, mais humana.


E conforme a história segue seu caminho, você começa a de certa forma, temer pelo que pode acontecer com alguns personagens próximos ao Bruce. O ritmo das Hq’s cresce de forma bem trabalhada, uma das coisas que mais gostei.

Aparição do Batman e Impacto​

Na minha primeira leitura, não consegui embarcar totalmente nessa mudança brusca.
Na segunda, fui mais atento e aí sim percebi como esse Batman é imponente pra caralho, mesmo sozinho.
A forma como ele trabalha isolado, sem depender de ninguém, dá uma identidade forte pra essa versão.

E quando você entra de vez na história, ela já está perto do final, e fecha com alguns pontos que quero destacar:

  • uma sequência de ação intensa
  • um flashback da infância do Bruce
  • e fecha com um ar de “episódio final de desenho animado”

É um ótimo fechamento pros dois primeiros volumes.

O Arco dos “Animais Festeiros” e Máscara Negra​

De modo geral, o início da saga gira em torno dos “Animais Festeiros”.
Eu nunca tinha ouvido falar deles e muita gente provavelmente também não, mas nesse universo é uma gangue comandada pelo Sionis.

E aqui… meus amigos… essa versão do Máscara Negra é sádica, cruel, engraçada de um jeito doentio e extremamente violenta. O Visual então, é uma parada absurda.

O Universo Absolute e Seu Propósito​

A história se preocupa em apresentar novas versões de todos os personagens que já conhecemos:
heróis, vilões, figurões de Gotham.

A DC está correndo atrás pra montar seu Universo Absolute, que começou em 2024, pra competir diretamente com o novo Universo Ultimate da Marvel.
E, sinceramente? Eles não decepcionaram.

A trindade da DC: Batman, Superman e Mulher-Maravilha, estão sendo apresentados de formas completamente novas, com designs que fogem do convencional e ameaças que nunca vimos antes. É diferente e é pesado.

Conclusão Geral​

No geral, o início de Batman Absolute é uma introdução fodástica pra esse universo.

Eu fiquei empolgado pra caramba pras próximas edições físicas e pra saber o que vem por aí pro Batman.

A ironia é que, da trindade, acho que o Darkseid deve ter sentido mais raiva do Batman, porque o que está reservado pra ele… amigo… é treta.

O Fantasma recomenda ou não?​

Se eu recomendo? Óbvio que sim.
Não é à toa que as edições físicas estavam esgotando rápido. Eu dei sorte de achar a minha aleatoriamente no dia do lançamento, então, se você gosta de HQ físicas, corre. Se prefere ler online, corre também.

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