O Patobah agradece a Blue Backpack pela licença de Constance

HISTÓRIA/PREMISSA
A história segue Constance, uma jovem artista sobrecarregada por pressões de chefes, família e amigos, que entra em colapso mental (burnout, ansiedade e depressão). Ela fica presa em seu “mundo interior”, um reino colorido, mas decadente, manifestado por sua psique fragilizada. Ela usa um pincel mágico como arma e ferramenta para explorar mais de seis biomas simbólicos, enfrentar inimigos e chefes que representam traumas emocionais, e coletar “Lágrimas” (fragmentos de memórias para superação).
Flashbacks jogáveis revelam seu passado, com temas de autodescoberta, criatividade bloqueada e equilíbrio vida-trabalho, contados via murais, diálogos e minigames narrativos.
O jogo não te dá muito mais dicas sobre a história e na verdade, segue a linha Metroid onde não tem nada muito elaborado mesmo. O mais importante nesse estilo de jogo e a Gameplay e vamos falar sobre isso agora.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Constance é um jogo do gênero MetroidVania e apesar de ter gostado e achado a gameplay interessante, a verdade é que o jogo não traz nada de novo para o gênero. Tal como os jogos nesse estilo, ele segue o mesmo padrão: você começa com poucos, ou nenhum skill, explora o mapa, encontra pontos intransponíveis, encontra um Skill, consegue explorar mais e segue nessa tocada até finalizar o jogo.
Constance tem um escopo bem menor do que outros do gênero tais como Hollow Knight, Silksong ou Prince of Persia. Os mapas são fáceis de entender e você consegue explorar sem se perder muito. Como eu falei anteriormente, são seis biomas principais e outros três que são apenas caminhos para os chefes finais.
O jogo é muito bonito, com gráficos estilizados, feitos em 2D, desenhados à mão e com animações frame a frame. Tem aquele jeitão cartunesco bem vibrante e colorido.
Constance é bem inclusivo e posso dizer que para o pessoal mais jovem e com os reflexos apurados, será um jogo relativamente fácil. O jogo não te pune, por exemplo, por cair das plataformas em abismos. Ao morrer em uma tentativa de travessia, na maioria das vezes você volta já na última plataforma “estável”.
Quando você morre de verdade, tem a opção de voltar para o último santuário, que seria o análogo as fogueiras dos Souls ou bancos do Hollow Knight, ou “persistir” de onde se encontra com os inimigos recebendo um aumento de defesa. Em muitos casos, faz sentido “persistir”, aprender o que está te matando e voltar depois caso não tenha sucesso.
Eu tive alguma dificuldade com os chefes desse jogo. A maioria deles não toma dano logo de cara. Você precisa esperar sequência de ataques para depois conseguir atacar. E aqui eu me enrolei bastante. Ficava tomando dano com os ataques e na minha hora de atacar já estava com a vida baixa e acabava morrendo.
O jogo tem algumas partes de exploração mais complexas e difíceis que são opcionais. Estão lá mais para quem quer platinar e ver tudo que o jogo apresenta.
Realmente, tive a percepção do jogo ser fácil apesar de não ter sido fácil para mim. Dito isso, acho que vou abandonar o gênero Metroid.
Levei 19 horas para terminar Constance, sem platinar nem nada e vários amigo fecharam em 8 horas. Por esse parâmetro, vocês podem entender a dificuldade relativa que eu tive.
ASPECTOS TÉCNICOS
Constance é um jogo do gênero MetroidVania e apesar de ter gostado e achado a gameplay interessante, a verdade é que o jogo não traz nada de novo para o gênero. Tal como os jogos nesse estilo, ele segue o mesmo padrão: você começa com poucos, ou nenhum skill, explora o mapa, encontra pontos intransponíveis, encontra um Skill, consegue explorar mais e segue nessa tocada até finalizar o jogo.
Constance tem um escopo bem menor do que outros do gênero tais como Hollow Knight, Silksong ou Prince of Persia. Os mapas são fáceis de entender e você consegue explorar sem se perder muito. Como eu falei anteriormente, são seis biomas principais e outros três que são apenas caminhos para os chefes finais.
O jogo é muito bonito, com gráficos estilizados, feitos em 2D, desenhados à mão e com animações frame a frame. Tem aquele jeitão cartunesco bem vibrante e colorido.
O jogo é bem inclusivo e posso dizer que para o pessoal mais jovem e com os reflexos apurados, será um jogo relativamente fácil. O jogo não te pune, por exemplo, por cair das plataformas em abismos. Ao morrer em uma tentativa de travessia, na maioria das vezes você volta já na última plataforma “estável”.
Quando você morre de verdade, tem a opção de voltar para o último santuário, que seria o análogo as fogueiras dos Souls ou bancos do Hollow Knight, ou “persistir” de onde se encontra com os inimigos recebendo um aumento de defesa. Em muitos casos, faz sentido “persistir”, aprender o que está te matando e voltar depois caso não tenha sucesso.
Eu tive alguma dificuldade com os chefes desse jogo. A maioria deles não toma dano logo de cara. Você precisa esperar sequência de ataques para depois conseguir atacar. E aqui eu me enrolei bastante. Ficava tomando dano com os ataques e na minha hora de atacar já estava com a vida baixa e acabava morrendo.
O jogo tem algumas partes de exploração mais complexas e difíceis que são opcionais. Estão lá mais para quem quer platinar e ver tudo que o jogo apresenta.
Realmente, tive a percepção de Constance ser fácil apesar de não ter sido fácil para mim. Dito isso, acho que vou abandonar o gênero Metroid.
Levei 19 horas para terminar o jogo, sem platinar nem nada e vários amigo fecharam em 8 horas. Por esse parâmetro, vocês podem entender a dificuldade relativa que eu tive.
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Ex empresário e professor de Assembly, atualmente vive em Portugal e adora passar o tempo nos seus joguinhos, com o gênero RPG de turno como seu preferido.
