Fala aí rapaziada, Coroa Gamer aqui. Então vamos lá para mais uma análise! Agora de Cyberpunk 2077: Phantom Liberty. E uma coisa importante que é sempre bom lembrar é que minhas análises são baseadas na MINHA experiência pessoal e ela pode ser muito diferente para você.
Sem mais enrolação, vamos lá.
Se você não sabe, Phantom Liberty é a DLC do jogo original Cyberpunk 2077 da CD Projekt Red. O jogo se passa no mundo distópico, futurista e cyberpunk. Como Phantom Liberty é uma DLC eu fortemente recomendo que você jogue a campanha principal antes para que possa entender melhor a história e o que está se passando. Se você, como eu, perdeu seu save, pode pular diretamente para Phantom Liberty sem problemas.




HISTÓRIA
Vou fazer um breve resumo da história sem Spoilers relevantes. No jogo principal, você é V, um mercenário e tudo começa com um assalto na torre da Arasaka aonde você rouba um chip e no meio da confusão do assalto que dá “meio errado”, você insere na cabeça o chip RELIC que contém a consciência de Jonny Sivlerhand (Keany Reeves). Infelizmente, o chip não pode ser retirado e seu cérebro não pode comportar duas consciências. A história então se desenrola em sua luta pela sobrevivência em busca de uma cura.
Na DLC, você começa sendo contactado pela Songbird, uma trilha rede que lhe promete igualmente uma cura. Bem, de história só vou falar isso pra não dar Spoilers.
GAMEPLAY
A gameplay da DLC é basicamente a mesma do jogo principal mas eu achei um pouco mais guiada e cinemática, até porque além do Keanu Reeves, temos também a participação do Idris Elba. Acho que o grande diferencial da DLC é uma história muito bacana e 4 finais adicionais que podem ser bem impactantes. Cyberpunk é um RPG de ação em primeira pessoa, permitindo diversos estilos de jogo. Pode ir no Stealth, pode ir na porrada, pode ir no hack. Pode e normalmente será uma mistura de vários estilos de jogo. Eu particularmente, adoro a forma como a CD fez esse jogo e a versatilidade da Gameplay que podemos ter.
Além da Missão Principal que é sensacional, as secundárias são sempre muito variadas e bem scriptadas. Aliás, a variação de pessoas, roupas, objetos e comportamentos são incríveis. Só de pensar o trabalho para scriptar cada uma dessas missões secundárias, com opções de diálogo e consequências é de tirar o fôlego.
GRÁFICOS
Graficamente, esse jogo (aliás todos os jogos da CD PROJEKT RED) continua lindo. Ele sempre tem passado por melhorias tecnológicas como Path Tracing e ele simplesmente está maravilhoso. Ele usa o motor gráfico proprietário da CD, o REDEngine que infelizmente foi descontinuado. Joguei em 1440p com tudo no máximo, Path Tracing e DLSS Qualidade. A performance variou entre 50-80 fps. Bem satisfatório, embora ainda pesado. Lembrando que tenho um Notebook Gamer e embora tenha uma 4080, meu desempenho não acompanha os Desktops.
DUBLAGEM
Agora mais um ponto SUPER relevante e que se aplica também ao jogo base: A dublagem. Gente, que dublagem do caralho. Além de estar super tropicalizada, com gírias brasileiras, o sotaque e a interpretação da Erika Menezes (joguei com a V feminina) é uma obra prima. O “mermo” carioca, os palavrões, as gírias, tudo te dá uma imersão que mostra que quando um trabalho de dublagem é bem feito, você não sente falta do áudio original. Joguei a DLC com a minha filha e a gente dava risada dos diálogos. Coisa de primeira mesmo.
O Jonny também é um filha da p*** de primeira e solta cada uma que só rindo mesmo.
CONCLUSÃO
Eu levei cerca de 15 horas para terminar a DLC e achei sensacional, perfeita e sem falhas.
No resumo da coisa: Se você jogou o jogo base, não perca mais nem um minuto!! Saia desse vídeo e compre a DLC. Se ainda não jogou o jogo base e curte um excelente RPG de ação, compre já a versão ultimate que inclui a DLC.
Quer uma nota? No estado atual do jogo, Nota 10. Lembrando que quando lançou, veio meio cagado.
Coroa Gamer vai ficando por aqui. Cambio desligo.
